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sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Óleo De Borage Um Óleo Essencial


O Óleo de Borage ou Barragem é um óleo vegetal extraído da planta Borago officinalis, assim como o óleo de Prímula (Oenothera Biennis) é a melhor fonte de Ácido Gamalinolênico (GLA) pois possui na sua composição ácidos graxos poliinsaturados. Por ser um ácido graxo essencial, o GLA deve ser necessariamente obtido da alimentação, pois o organismo não é capaz de produzi-lo. Os ácidos linoleico e gama-linolênico (GLA), são pertencentes à série ômega-6. Os ácidos graxos essenciais têm fundamental importância para a membrana das células, atuando na sua permeabilidade, na regulação da temperatura corporal, no gasto de energia do organismo, dentre outras coisas.
A deficiência de ácidos graxos essenciais, nos seres humanos, resulta em condições anormais da pele, tais como dermatites, escamações e ressecamentos; redução na regeneração dos tecidos e aumento da suscetibilidade a infecções. Esses efeitos são devidos, pelo menos em parte, à falta de prostaglandinas produzidas a partir dos ácidos poliinsaturados.
O ácido linoleico, presente em muitos óleos vegetais em quantidades apreciáveis como no de soja, milho e canola, sob a ação de enzimas, transforma-se no ácido gama-linolênico (GLA) sendo, na verdade, seu grande precursor. Por sua vez, no organismo, o GLA é facilmente convertido a prostaglandinas da série E1 (existem também da série E2 e E3). A formação de prostaglandinas ocorre mediante complicados processos do metabolismo. Tais processos podem ser inibidos ou alterados por diferentes componentes da alimentação como, por exemplo, gorduras sólidas; ácidos saturados ou colesterol (gorduras animais); por deficiência de zinco, abuso crônico de álcool, tabagismo; por determinadas doenças tais como infecções virulentas ou diabetes mellitus, mal funcionamento do fígado, desnutrição, câncer etc. A inibição pode ocorrer, ainda, em pessoas estressadas ou em períodos de envelhecimento. Existem, por outro lado, as substâncias que favorecem a produção de prostaglandinas, entre as quais estão as vitaminas C, E (tocoferol) e B6 (piridoxina), o magnésio e o zinco.
As prostaglandinas de série E1 (PGE1) são substâncias tipo hormônios com propriedades antiinflamatórias, que exercem efeito regulador dos hormônios sexuais femininos, estrógenos, progesterona e prolactina, e têm efeito positivo sobre elasticidade cutânea (importante função da pele). Podem também agir como afinadores do sangue e como vaso dilatador. Parecem também ter alguma influência na moderação dos neurotransmissores no cérebro jovem (sobretudo, serotonina e dopamina), provocando mudanças positivas no estado de ânimo e no impulso de hiperatividade motora.
O ácido gama-linolénico (GLA) reduz a perda de água através da pele e aumenta a tolerância à exposição dos raios ultravioleta; combate coronariopatias (reduz o colesterol LDL e aumenta o colesterol HDL), infecções virais, mal de Alzheimer e acalma crianças hiperativas. O GLA é encontrado em quantidades pequenas, porém importantes, no leite materno. O fato constitui mais um argumento a favor do aleitamento materno, sabendo-se, além disso, que a restrição da ingestão de gorduras para crianças pode reduzir o crescimento e a acuidade visual e limitar o desenvolvimento mental. Todavia, a quantidade de GLA no leite vai diminuindo ao longo da amamentação. Por isso, é aconselhável sua reposição na dieta da mãe, durante a amamentação. Há indicações de que o óleo pode contribuir para evitar a depressão pós-parto, e também é indicado na tensão pré-menstrual, problemas reumáticos, eczemas, inflamações de pele, prevenção da arteriosclerose e cirrose hepática.
Assim, se o aporte do ácido linoléico na dieta é indispensável, o aporte de ácido gama-linolênico poderá corrigir situações deficitárias que, de outra forma, impedirão a formação de prostaglandina. A ingestão do óleo de borage resulta em ação antiinflamatória e imunossupressora. A forma mais conhecidade comercialização deste óleo é em cápsula.
Complementando com minhas palavras, além destas, outras virtudes do GLA (saúde do coração, artrite reumatóide, neuropatia diabética, doenças de pele) se deve ao fato deste ser precursor das Prostaglandinas que atuam no organismo regulando os processos metabólicos em nível celular tais como: o nível de colesterol, a inflamação, o ciclo menstrual, etc. É antiinflamatória, e eu msm tomo juntamente com Vit D3(2000 UI) pois se deve tomar com alguma "gordura", e aproveito o beneficio de ambos.

REFERÊNCIAS
1. BELLENGER-GERMAIN, S.B.; POISSON, J.P.; NARCE, M. Antihypertensive effects of a dietary unsaturated FA mixture in spontaneously hypertensive rats. Lipids, v.37, n.6, p.561-567, 2002.
2. CASTRO, A.P.B.M.; PIRES, M.C.; GOMES, C.M.S.; PASTORINO, A.C.; JACOB, C.M.A.; UMACH, A.S. Acidos graxos omega 6 em dermatites atopicas; uma opção terapêutica? Ver. bras alergia imunopatol;25, jan.-fev. 2002.
3. HORNYCH, A.; ORAVEC, S.; GIRAULT, F.; FORETTE, B.; HORROBIN, D.F. The effect of gamma-linolenic acid on plasma and membrane lipids and renal prostaglandin synthesis in older subjects. Bratislavske Lekarske Listy, v.103, n.3, p.101-7, 2002.
4. LAIDLAW, M.; HOLUB, B.J. Effects of supplementation with fish oil–derived n-3 fatty acids and -linolenic acid on circulating plasma lipids and fatty acid profiles in women. American Journal of Clinical Nutrition, v.77, n.1, p.37-42, 2003.
5. SURESH, Y.; DAS, U.N. Long–chain polyunsaturated fatty acids and chemically induced diabetes mellitus –Effect of -6 fatty acids. Nutrition, v.19, n.2, p.93-114, 2003.
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POLYPODIUM LEUCOTOMOS - antioxidante

Nome científico: Polypodium leucotomos.
Sinônimos: Calagula, calagualine, ferns, Polypodiaceae (família), Polypodium cambricum, Polypodium decumanum, Polypodium vulgare, samambaia.
Família: Polypodiaceae.


Ação terapêutica: antioxidante, antiinflamatório e fotoprotetor contra o estresse foto oxidativo.









Características
O polypodium leucotomos é uma planta que se desenvolve exclusivamente nas selvas e bosques tropicais hondurenhos.
O mecanismo de ação é uma gradação de alguns processos celulares que se encontra nas ignições da pele tais como a psoríase, o vitiligo ou o eczema. Estudos científicos demonstraram que os ácidos gordurosos de polypodium eram capazes de bloquear o excesso de produção de leucotrienos que é uma das causas da ignição da pele.
O polypodium possui também propriedades antioxidantes. Também conhecida como anapsos apresenta propriedades antiinflamatória, supressora de citocinas e inibidora de leucotrienos. Os europeus empregavam o extrato de Polypodium leucotomos durante mais de 10 anos como elemento de um programa global de saúde para manter seu sistema imunitário melhor.
Utilizado por via oral ou tópico, o extrato é o primeiro fotoprotetor oral com eficácia aprovada pelos dermatologistas. Estudos revelam uma redução do impacto dos raios UV contra as células da pele, preservando os fibroblastos e mantendo sua capacidade de produzir colágeno. O Polypodium leucotomo ajuda a regular o sistema imunológico e protege a pele de eritemas (inflamação causada pela exposição excessiva aos raios ultravioletas). Por ter propriedades antioxidantes, inibe a liberação da enzima metaloproteinase, responsável pela quebra de fibras de colágeno e elastina - causa do envelhecimento causado pelo sol - e assim, preserva o sistema cutâneo.
Segundo estudo de pesquisadores da Escola de Medicina de Harvard, publicado no Journal of the American Academy of Dermatology, os pacientes submetidos ao tratamento com Polypodium leucotomos e a irradiação posteriormente, apresentaram eritema reduzido, menos infiltração de mastócitos dérmicos e menor formação de sunburn cells, de células epidérmicas proliferativas e de dímeros de ciclobutano pirimidina. Também foi observada uma tendência de preservação das células de Langerhans. Essa avaliação foi conduzida com 9 participantes sadios com pele fotótipo I e II.
Os estudos demonstraram que na composição desse extrato seco, estão presentes os ácidos ferúlico, caféico, vanílico, p-cumárico e clorogênico. Essa rica composição pode explicar os efeitos fotoprotetores além da potente ação antioxidante e antiinflamatória.
Um estudo simples com Extrato Seco de Polypodium leucotomos, recrutou 10 participantes na Universidade de Miami, tendo iniciado em agosto de 2007 e com expectativa de término em junho de 2008. Com este estudo, eles irão determinar como o Extrato Seco de Polypodium leucotomos previne alguns efeitos danosos na pele causados pela radiação UVA, que é um tipo de radiação ultravioleta que não é visível ao olho humano.
Além desse uso, também trata o Mal de Alzheimer, sendo que há estudos (Methods Find Exp Clin Pharmacol. 2000 Sep; 22(7): 585-94) que relatam suas propriedades. O objetivo desse estudo, foi avaliar os efeitos do Polypodium leucotomos, utilizando duas dosagens, frente a um placebo, para avaliação da performance cognitiva, o padrão de atividade bioelétrica do cérebro e os parâmetros hemodinâmicos cerebrais, em pacientes com demência senil do tipo vascular e Alzheimer, de leve à moderada, onde 45 pacientes, com idade média de 73,8 +/- 7,6 anos, foram selecionados. Os pacientes que receberam 360 mg do extrato de Polypodium leucotomos apresentaram melhora significativa da performance cognitiva após o tratamento o que não foi observado nos pacientes tratados com placebo ou extrato de Polypodium leucotomos 720 mg. O extrato de Polypodium leucotomos também promoveu aumento da velocidade do fluxo sangüíneo cerebral.
Os resultados desse estudo mostram que o extrato de Polypodium leucotomos 360 mg melhora a performance cognitiva, a perfusão sangüínea cerebral e a atividade bioelétrica cerebral em portadores de demência senil.









Indicações e posologia
Usado como antiinflamatório, estimulante cerebral, fotoprotetor, cicatrizante, antioxidativo, imunomodulador, e também atividade antitumoral associada, previne o fotoenvelhecimento, protege o DNA celular.
Posologia: Na fotoproteção, 240 mg diários; Mal de Alzheimer, 360 mg diários.
Precauções e Contra-indicação
O Polypodium pode induzir a hiperglicemia em pacientes diabéticos; e ulcera gastroduodenal. Não se tem estudos realizados sobre sua segurança na gravidez e lactação.
Contra-Indicação: é geralmente bem tolerado. Estudos de toxicidade aguda evidenciaram uma resposta inócua em espécies do gênero Mollinesia a partir da administração de extratos aquosos e etanólicos do rizoma em doses de 500mg/Kg.
Interações Medicamentosas
A composição de heterosídeos do rizoma pode interferir com o emprego simultâneo de heterosídeos cardiotônicos.
Referências Bibliográficas/Fontes:
Gonzalez S., Pathak M.A. Inhibition of ultraviolet-induced formation of
reactive oxygen species, lipidperoxidation, erythema and skin
photosensitization by polypodium leucotomos. Photodermatol
Photoimmunolm Photomed. 1996.
Horvath A., Alvarado F., Szocs J, et al. Metabolic effects of calaguanine,
an antitumoral saponine of Polypodium leucotomos. Nature. 1967.
Middelkamp-Hup MA, Pathak MA, Parrado C, et al. Oral Polypodium
leucotomos extract decreases ultraviolet-induced danage of human skin.
J Am Acad Dermatol. 2004.
Gomes AJ, Lunardi CN, Gonzalez S, et al. The antioxidant action of
Polypodium leucotomos extract and kojicacid: Braz Med Bio. Res. 2001.
ALEXIADES, M. Selected guidelines for ethnobotanical research: a field
manual. New York: The New York Botanical Garden, 1996
A pele (Fundação Nacional do Câncer de Pele) — ano VI nº. 26, jan/fev-
2004/2010.
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CITRUS AURANTIUM - inibidor de apetite? Termogênico Natural? EMAGREÇA!

CITRUS AURANTIUM
Ação Terapêutica: inibidor de apetite, coadjuvante no tratamento da obesidade.
Principio Ativo: Auratiamarina, estaquidrina, hesperidina, quinotina, sinefrina, tiramina, mirceno, limoneno, citrol, linalol, geraniol, canfeno, terpineol, b-pineno, ácidosfenilacético e benzóico, sais de cálcio, fósforo e ferro, vitaminas B1, B2 e C.
Sinonímia Popular: Laranja da Terra, Laranja Brava, Laranja Amarga.
Parte Utilizada: fruto

Indicações
Obtido da laranja amarga, acelera o metabolismo, promove um maior gasto de calorias e queima os estoques de gordura. O Citrus Aurantium contém sinefrina, uma substância similar à efedrina (Ephedra sinica), sendo muito mais segura e eficaz. A efedrina age como estimulante, mas seu uso não é indicado, pois acelera os batimentos cardíacos e a pressão arterial, o que aumenta o risco de insônia, infarto e até derrame. Mas a sinefrina não apresenta esses efeitos; ela se liga a receptores encontrados no tecido adiposo, ativando o metabolismo e a queima de gordura sem causar interferência no sistema cardiovascular.
Melhora o processo digestivo atuando também como desintoxicante do fígado. Além disso, alguns estudos comprovaram que a substância, por promover mais energia, estimula a liberação de adrenalina, o que deixa a pessoa muito mais disposta. O Citrus Aurantium também deixa os aminoácidos mais acessíveis para a formação de proteína, o que é indispensável para quem deseja ganhar e tonificar os músculos do corpo. A substância também tem propriedade digestiva, melhorando a absorção dos nutrientes e protegendo o estômago.
Citrus aurantium aumenta o metabolismo sem afetar a taxa de batimentos cardíacos ou a pressão sanguínea, isso porque, pesquisas recentes confirmaram que o citrus estimula somente o receptor beta-3, evitando efeitos colaterais negativos no sistema cardiovascular.
Além disso, como a administração de Citrus Aurantium aumenta a disponibilidade de gorduras para oxidação (respiração celular), o corpo tem acesso a maiores quantidades de energia. Isso é importante porque, quando uma pessoa realiza exercícios físicos regulares, um aumento da energia disponível pode reduzir a massa de tecido muscular. E, durante os exercícios aeróbicos, a maior quantidade de energia vai facilitar uma melhor performance física. Quando Citrus aurantium é utilizado em combinação com uma dieta alimentar rica em proteínas e com poucos carboidratos, e um programa moderado de treinamento de peso, o corpo aumenta sua disponibilidade de aminoácidos, que são assim incorporados em proteínas para a formação de massa muscular.

EFEITO TERMOGÊNICO
O Citrus aumenta a queima de calorias logo após as refeições, potencializando o efeito térmico dos alimentos. Além disso, atua como simpatomimético, aumentando a liberação de catecolaminas pré-sinápticas. Isso significa que ativa os componentes necessários para estimular certos receptores responsáveis pela perda de gordura. Isso ocorre porque além da sinefrina, o Citrus apresenta uma composição de quatro aminas adrenérgicas: N-metiltiramir, hordeina, octopamina e tiramina que atuam na estimulação dos receptores beta 3, locais específicos na célula que regulam a perda de gordura. O extrato de Citrus Aurantium atua na liberação de adrenalina e noradrenalina junto aos receptores beta-3, que são principalmente encontrados no tecido adiposo e no fígado. O estímulo a esses receptores desencadeia o processo de quebra de gordura (lipólise). Ao mesmo tempo, promove um aumento na taxa metabólica (termogênese), queimando uma quantidade maior de calorias.
Constituintes químicos
acetato de linalina, acetado de geraniol, acetado de geranilo, ácido ascórbico (vitamina C), ácido cítrico, ácidos graxos, alcanos, borneol, bioflavonóides, carboidratos, caroteno, cirantina, citral, derivados cumáricos, escopuletina, fitosteróis, geraniol, hesperidina, limoneno, linalol, lipídios, metil-anthranilato, naringina, nobeletina, nerol, pectinas, pineno, proteínas, roifolina, rutinose, sais (potássio, cálcio, sódio, fósforo, magnésio, enxofre, cloro, ferro, silício), saponina, sinefrina, substâncias amargas, tangeritina e as aminas: synefrina, N-metiltyramina, hordenina, octopamina e tyramina, vitamina A (retinol), vitamina B (tiamina), vitamina B2 (riboflavina), niacina.
Propriedades medicinais
Alcalinizante, antiartrítica, antidepressiva, antiescorbútica, antiespasmódica, antiinflamatória, anti-reumática, anti-séptica, antiulcerogênica, aperiente, calmante, carminativa, colagoga, depurativa, digestiva, diurética, estimulante, estomacal, febrífuga, hipotensora, laxante, rejuvenescedora, relaxante, sedativa, sudorífico, vermífuga, vitaminizante.
Posologia
500mg, 2x/dia. OBS.: O extrato é padronizado para conter 6,0% de sinefrina.
Reações adversas
Não há relatos de reações adversas.
Precauções
Tomar com orientação médica, mas é importante lembrar que não apresenta os efeitos colaterais perigosos causados por outros suplementos. É contra indicado para gestantes e lactantes.
Modo de usar
- na forma de sucos, geléias, compotas, tortas, pastéis, doces cristalizados, molhos, decoração, aromatização de pratos;
- óleo: fabricação de cremes (para rugas e rejuvenescimento da pele), banhos aromáticos e massagens (acalmar e relaxar a musculatura), fabricação de colônias, perfumes, xampus e condicionadores para cabelos secos.
- dietas com baixa quantidade de carboidratos;
- óleo essencial, feito do fruto e folhas: estimulante mental e emocional, regulador de apetite, laxante e calmante;
- decocção das folhas: depressão, estresse, tensão, infecções orais, espasmos abdominais, vermes intestinais, escorbuto, reumatismo, febre, medo, crises emocionais e cistite;
- sumo do fruto: prisão de ventre, úlceras, artrite e como digestivo;
- óleo essencial (nerolina) na aromaterapia: estimular o otimismo, a criatividade e a alegria.
- infusão ou decocção de 2 colheres das de sopa de folhas ou flores picadas, em 1 litro de água fervente. Tomar 1 xícara, 3 vezes ao dia;
- ao natural com o bagaço, ou sob forma de suco, várias copos ao dia;
- maceração de botões florais, por 3 a 4 horas: calmante suave, insônia;
- suco das frutas: albuminúria de mulheres grávidas.


Referências bibliográficas/Fontes
Carl Germano, RD, CNS. The Natural way to lose Weight Safely. Ed Kensington Health, New York, NY, EUA. Copyright 1998.
CAIRO, N. Guia de Medicina Homeopática. 1983. American Herbal Pharmacopoeia and Therapeutic Compendium – Chaste Tree Fruit, 2001.
SIMÕES, C. M. O. Farmacognosia da Planta ao Medicamento. 1ª edição. Editora da Universidade.
TESKE, M.; TRENTINI, A. M. Herbarium Compêndio de Fitoterapia. Herbarium. Curitiba. 1994.
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quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Como Fazer Um ECA “Caseiro”? "Termogênico Caseiro"


O que é um ECA???
ECA - Efedrina, Cafeína e Aspirina
O conjunto ECA(Efedrina/Cafeína/Aspirina) é a combinação mais poderosa que existe para queima de gordura nos dias de hoje.
Efedrina
Efedrina é o principal ingrediente do ECA, tanto para aumento da queima de gordura como energia. Já é bastante efetivo sozinho, mas misturado com cafeína os efeitos são ainda maiores. Também conhecida como Ma Huang(seu nome chinês), a efedrina pura é extraida das ervas de Ma Huang, mas isto não é importante. O que você quer saber é o quanto ela pode lhe ajudar. Ela é extremamente poderosa quando usada de forma correta. Ela aumenta a velocidade da queima de gordura de uma forma muito rápida e você pode ver resultados em um curto período de tempo, mas existem algumas coisas que você deveria saber sobre Efedrina antes de sair correndo atrás dela. A primeira coisa que você deve ter em mente é que com a mesma eficiência que ela queima gordura, ela pode queimar a sua massa muscular também, você terá que aumentar ainda mais a ingestão de proteína para contra-balancear esta perda.
Atualmente seu uso é proibido em suplementos, portanto não temos mais ECA nas prateleiras como antigamente (ripped fuel, xenadrine, etc.)
Cafeína
A cafeína sozinha não gera muitos efeitos, mas em conjunto com a efedrina você terá o mais poderoso e barato suplemento para queima de gordura que já existiu. A cafeína também ajuda na queima de gordura e em quantidades consideráveis é um energético poderoso.
Aspirina
A idéia de colocar aspirina na mistura também é de que em conjunto com a Efedrina e Cafeína ela pode eliminar células de gordura e potencializar a mistura. Porém ainda existem muitas dúvidas relacionada a segurança do uso da aspirina em conjunto com outras substâncias potencialmente perigosas.
Como fazer um ECA “caseiro”?
Com a proibição da comercialização de suplementos energéticos com efedrina, os mesmos sumiram das prateleiras das lojas de suplementos. Ainda assim, são facilmente encontrados, porém quase sempre com os preços majorados.
Então alguns atletas começaram a manipular em farmácias especializados os ingredientes ativos da composição dos suplementos.
Algumas pesquisas militares definiram a proporção de 4 a 5mg de cafeína / quilograma corporal e 0,8 – 1mg de efedrina/ quilograma corporal para maximização dos ganhos, porém a proporção utilizada por desportistas no mundo todo é 1:10:15 (efedrina:cafeína:aspirina).
Desta forma, considero que a dose muito difundida, “02 comprimidos de franol + 02 capsulas de guaraná + 01 aspirina adulto (500mg)” não atinge a quantidade de cafeína requerida pelo “1:10:15″.
Então tem-se como dose usual 30mg de franol + 1 aspirina + 300mg de cafeína. Cada comprimido de franol possui 15mg de sulfato de efedrina.
Recomendações Finais:
Esta combinação não deve ser utilizada após as 18 horas, pois seu “efeito energético” pode causar insônia.
Como já foi dito, o uso contínuo acaba por requerer doses maiores das substancias. Além disto, uma paralisação abrupta pode causar efeitos reversos. Por isso, recomendo que o tratamento não ultrapasse 01 mês.
Os efeitos podem ser potencializados e outros colaterais podem aparecer com o uso concomitante de álcool. Por isso, nunca associe o ECA a bebidas alcoólicas.
Divida a dose em duas administrações diárias para aproveitamento melhor dos efeitos.
EC - Efedrina + Cafeína, Porque Tomar sem a Aspirina?
A capacidade da aspirina em aumentar o tempo de ação da combinação efedrina/ cafeina se deve a inibição das prostaglandinas causada por este medicamento.Entretanto, existem estudos controversos sobre o assunto, e alguns apontam como insignificante ou inexistente esta ação.
Além disso, a inibição da alfa PGF-2 é apontada como capaz de dificultar a sintese de proteina muscular. Não se sabe se a quantidade de AAS utilizada nos stacks teria esta capacidade.
Existe uma corrente forte que desencoraja o uso da aspirina.
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Maca Peruana (Lepidium meyenii): o "Ginseng dos Andes"

Planta milenar trata impotência e queda de libido
Quanto mais a ciência avança, mais se descobre que a natureza oferece aos seres humanos tudo o que é necessário para garantir sua alimentação, saúde e bem-estar. Plantas que há poucos anos eram simplesmente ignoradas passam a ser reconhecidas por suas propriedades surpreendentes - que já eram de conhecimento de povos muito antigos. É o caso da maca peruana - atualmente famosa por ser um tônico poderoso capaz de melhorar o desempenho generalizado do organismo.
A planta é de fato surpreendente: desenvolve-se entre 4 e 5 mil metros de altitude, nos Andes Centrais do Peru, com temperaturas que oscilam entre 20 graus positivos e 25 graus negativos, de acordo com o período do dia e a época do ano. Seus nomes populares - "Ginseng dos Andes" e "Viagra dos Incas" - dão boas indicações de suas qualidades. A maca é comparada com o ginseng porque apresenta as mesmas propriedades estimulantes do organismo e do desempenho de várias funções. Vários estudos estão indicando que ela também é indicada para tratamentos hormonais: ao que tudo indica, a planta apresenta determinadas moléculas que possuem a mesma estrutura que os hormônios naturais, tanto do homem quanto da mulher.
Muitos destes estudos estão sendo feitos com mulheres na menopausa que necessitam de tratamentos de reposição hormonal e, até o momento, os resultados têm sido satisfatórios na diminuição dos calores ou fogachos, na prevenção e controle da osteoporose e no estado emocional geral, com a vantagem de não apresentar os efeitos colaterais comuns nos tratamentos de reposição hormonal tradicionais.
A maca (Lepidium meyenii) é uma crucífera qualificada como uma das raízes e tubérculos andinos de mais alto conteúdo protéico. Ela tem a surpreendente capacidade de crescer em alturas extraordinárias: de 3800 a 4800 metros de altitude no local mais inóspito da Cordilheira dos Andes, onde as temperaturas são extremas: do intenso calor da manhã às mais frias noites, com gélidos ventos, nevadas persistentes e a intensidade da luz a estas alturas. Em local tão hostil, onde há pouco oxigênio, existe rara vegetação: só crescem batatas amargas e a maca. Não existem árvores, apenas plantas com poucos centímetros de altura.


                                                          O cultivo perdido dos Incas
Este tubérculo, com o tamanho e a forma de um rabanete comum, é facilmente seco ao sol e mantém suas qualidades nutritivas com altos teores de ferro durante vários anos de armazenamento. Suas qualidades como um excelente alimento eram de conhecimento do povo inca, que usava a maca por sua ação estimulante da fertilidade e do desempenho sexual. Foram encontradas evidências antropológicas do cultivo da maca no Peru desde o ano de 1600 aC.
A maca era considerada pelos incas como um "presente dos deuses". Eles a cultivavam como alimento, a utilizavam em cerimônias religiosas para danças e rituais. Ralatos espanhóis contam que durante a conquista do Peru, os animais trazidos da Espanha não se reproduziam normalmente naquelas alturas. Os nativos aconselharam os conquistadores a alimentarem seus animais com maca, o que trouxe resultados positivos, aumentando os níveis de reprodução dos animais.
Conta-se que durante os 100 primeiros anos de colonização, a maca fazia parte dos tributos exigidos pelos colonizadores. Além disso, sua importância era tão grande para o povo, que também era usada para realizar trocas entre as comunidades. Alguns estudiosos afirmam que o uso da maca poderia estar presente na região dos Andes desde os tempos em que as primeiras civilizações indígenas a habitaram, época anterior à presença inca no território. Mais tarde, durante a época dos povoadores incas, a maca teria sido considerada um alimento para as castas superiores, ao mesmo tempo em que era uma oferenda para os deuses.
Reza a lenda, que durante o apogeu do império Inca, os guerreiros incluíam as raízes da maca na sua alimentação antes de participar das batalhas, o que os tornavam extremamente fortes. Além disso, os guerreiros que se destacavam em combate recebiam a maca como prêmio por seus feitos.
Foram realizados estudos sobre a ação da maca sobre a fertilidade em animais (Dra. Chacón, 1961) e em seres humanos (Gonzalez, 2001). No ano de 1980, cientistas da Alemanha e dos EUA ao efetuarem estudos com ervas no Peru, reavivaram seu interesse pela Maca, chamando-na de "o cultivo perdido dos incas".
A planta apresenta em sua composição, entre outros elementos, boa quantidade de cálcio, aminoácidos, proteínas vegetais, vitaminas e minerais como ferro, zinco e fósforo.
A raiz tem coloração que varia desde o amarelo claro até o marrom escuro, medindo entre 4 e 7 cm de diâmetro, e é a parte principal na elaboração dos produtos. O sabor e a composição química não se alteram em função da coloração da raiz. Apresenta talo curto e as folhas são compostas, medindo de 6 a 9 cm. Já as flores são agrupadas e hermafroditas.
Usos da maca peruana
* Na menopausa: A maca alivia os sintomas comuns da menopausa sem os efeitos de outros tratamentos químico-hormonais existentes no mercado. A maca pode ser usada como um tratamento vegetal de resultados comprovados no combate aos sintomas da menopausa, logo que estes começam a aparecer - são muito comuns os calores (fogachos), fadiga, suores noturnos, mudanças de estado de ânimo, diminuição da libido; além de problemas como osteoporose e alterações cardiovasculares. Geralmente, para combater estes problemas são adotados tratamentos com reposição hormonal que, infelizmente, apresentam alguns efeitos colaterais, o que não ocorre com a maca. Estudos realizados com a maca atestaram as propriedades da maca peruana como excelente tratamento fito-hormonal, sem apresentar efeitos colaterais, combatendo os sintomas comuns da menopausa e regularizando o balanço hormonal nas mulheres. Além disso, a maca apresentou ótimos resultados também na diminuição da fadiga, na redução do ressecamento da pele, no incremento da energia muscular e na elevação da libido - geralmente afetada na fase da menopausa.
* Problemas fertilidade e potência sexual: Estudos conduzidos tanto com seres humanos como com animais, realizados por diferentes especialistas (Dra. Chacón, 1961 e Dr. Gonzalez, 2001-2002) comprovaram que o uso da maca pode promover o aumento da mobilidade dos espermatozóides, do volume seminal e o incremento do desejo sexual em seres humanos. O consumo da maca peruana pode resultar em melhoria no fluxo sangüíneo corporal e também na zona pélvica de homens e mulheres. Em razão deste efeito, a maca tem sido reconhecida há anos como um alimento capaz de aumentar o vigor e a potência sexual. Tradicionalmente, a maca tem sido descrita como um afrodisíaco para homens e mulheres, sem dúvida por seus efeitos positivos no aumento nos níveis de testosterona no organismo.
* Como tônico para o organismo: O uso da maca peruana como tônico revigorante para o organismo em geral é conhecido desde tempos antigos. A ciência atual reconhece que plantas adaptógenas - como a maca - realmente possuem a propriedade de auxiliar o organismo a se adaptar às condições adversas do ambiente, aumentando a força e a resistência musculares. As plantas adaptógenas não atuam especificamente em uma debilidade física ou psicológica, mas revitaliza o organismo de uma maneira geral a fim de estimular suas próprias defesas imunológicas contra agentes externos agressores e promove estímulo físico e mental.
Muitos fitoterapeutas têm reconhecido que a maca pode trazer bons resultados no tratamento da Síndrome da Fadiga Crônica, além de diminuir o cansaço mental e restaurar a energia e o vigor dos idosos.




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L-Leucina - Conheça esse suplemento

Investigadores franceses do Centro de Recherche en Nutrition Humaine descobriram que a leucina é essencial para repor de forma mais rápida a perda de massa muscular. O estudo envolveu ratos de laboratório com idades diferentes, aos quais foram administrados o aminoácido.
Processo que se acentua com o envelhecimento, a perda de massa muscular resulta de um desequilíbrio entre o processo de formação e destruição dos músculos. Os investigadores acreditam que uma dieta ou suplementação com grandes quantidades deste aminoácido pode ajudar os idosos a manter os músculos saudáveis.
Os músculos em adultos são constantemente fabricados e decompostos. Quando jovens, esses dois processos mantêm-se em equilíbrio mas à medida que envelhecemos, a decomposição se sobressai. Entretanto, acrescentar o aminoácido leucina à dieta de indivíduos idosos pode reverter esse processo. Essa é a descoberta de uma pesquisa realizada por Lydie Combaret, Dominique Dardevet e colegas na Human Nutrition Research Centre of Auvergne, INRA, Clermont-Ferrand, France.
Depois dos 40 anos, os humanos começam a perder músculo em torno de 0,5% a 2% ao ano.Esse processo, denominado sarcopenia, é responsável pela redução da mobilidade e da autonomia entre os idosos.
Logo depois de uma refeição, a decomposição de proteína fica mais lenta e a síntese duplica.Este processo é desencadeado pela chegada de aminoácidos em abundância. Em animais mais velhos, esse estímulo é menos efetivo; a síntese fica mais lenta, e trabalho anterior também sugeriu que a decomposição também pode ser afetada. Embora acrescentar leucina à dieta restaure a construção de proteína, não havia ciência sobre o efeito do suplemento na decomposição.
Os pesquisadores compararam a decomposição da proteína em ratos jovens (8 meses) e velhos (22 meses). Eles descobriram que a desaceleração na degradação que normalmente se segue a uma refeição não ocorre em animais velhos e, portanto, existe uma decomposição excessiva. Mas acrescentar leucina à dieta restaurou um metabolismo equilibrado.
Os resultados do estudo nos ratos sugerem, segundo seus autores, que um complemento alimentar a base de leucina ou o consumo regular de alimentos ricos nesse aminoácido, como os produtos lácteos, pode ter um efeito positivo na manutenção da massa muscular.
A equipe de pesquisadores acredita que o problema relacionado com a idade resulta da inibição incompleta da proteólise dependente de ubiquitina-proteasoma, uma maquinaria de decomposição complexa que quebra proteínas de músculos contráteis, e que a suplementação de leucina pode restaurar completamente a função correta.
"Prevenir a perda muscular é uma questão sócio-econômica e de saúde pública importante, que pode ser combatida com um dieta rica em leucina", diz o co-autor Didier Attaix. Segundo comentários de Michael Rennie da University of Nottingham Medical School at Derby, isso é empolgante pois fortalece a idéia de uma ligação coordenada entre estimulação da síntese de proteína relacionada à refeição e a inibição da decomposição".
Leucina
Aminoácido não produzido pelo organismo e utilizado para sintetizar proteínas. Atua como fonte de energia nos exercícios físicos. Compõe o conjunto de aminoácidos essenciais genericamente conhecidos como BCAAs.
Síntese protéica no músculo esquelético após exercício físico.
Leucina e Regulação da Síntese Protéica Muscular
Atividades físicas de alta performance e a recuperação pós-exercício levam a mudanças significativas no metabolismo protéico e de aminoácidos no músculo esquelético. A principal dessas mudanças é um aumento no metabolismo do aminoácido de cadeia ramificada (BCAA) leucina.
Após sessões de exercício aeróbico, anaeróbico lático e exercício prolongado, os níveis séricos ou plasmáticos de leucina diminuem significativamente para respectivamente 22%, 6,5% e 30%, em média.
No músculo esquelético, há uma diminuição no nível de leucina e uma redução no estoque de glicogênio durante o exercício aeróbico exaustivo. Sendo assim, o consumo de BCAA (30 a 35% de leucina) antes ou durante os exercícios de endurance pode prevenir ou diminuir a taxa de degradação protéica e pode melhorar ambas as performances mental e física.
Estudos clínicos comprovaram:
Leucina regula a iniciação da tradução da síntese protéica no músculo esquelético após exercício .
De acordo com Norton et al., durante o exercício físico acontecem os seguintes eventos:
1. Diminui a síntese protéica;
2. Aumenta a degradação protéica;
3. Aumenta a estimulação da oxidação de BCAA.
Conclusão
-Após o exercício, a recuperação da síntese de proteína no músculo requer dieta protéica ou de BCAA a fim de aumentar os níveis teciduais de leucina.
-O efeito da leucina na mTOR é sinérgica com a insulina via caminho de sinalização fosfoinositol 3-quina
-Juntas, insulina e leucina permitem ao músculo esquelético coordenar a síntese de proteína fisiologicamente e através do consumo alimentar.
J Nutr. 2006 Feb;136(2):533S-537S.
Ingestão de carboidrato, proteína e leucina livre na síntese protéica
Outro estudo, conduzido por Koopman et al. mostrou que o consumo de carboidrato, proteína e leucina livre 45 minutos após o exercício traz benefícios para o balanço corpóreo de proteínas para aqueles que praticam exercícios de resistência. De acordo com os pesquisadores, a co-ingestão de proteína e leucina estimula a síntese de proteína muscular e otimiza o balanço corpóreo total de proteínas comparada à ingestão de apenas carboidrato.
Am J Physiol Endocrinol Metab. 2005 Apr;288(4):E645-53. Epub 2004 Nov 23.
Leucina como um nutriente sinalizador direto na modulação da síntese protéica no tecido adiposo
Um estudo realizado pela University College of Medicine, Estados Unidos, mostrou que a leucina ativa o caminho de sinalização mTOR em adipócitos de ratos isolados. A ativação da mTOR resulta na fosforilação da proteína ribosomal S6 quinase (S6K1) e do fator de iniciação eucariótico 4E (4E-BP1), duas proteínas envolvidas na fase de iniciação da síntese protéica.
Am J Physiol Endocrinol Metab. 2002 Sep;283(3):E503-13.
Descrição
- Leucina é um aminoácido essencial, ou seja, não é sintetizado pelo organismo, devendo ser fornecido pelos alimentos.
- Leucina, isoleucina e valina, os aminoácidos de cadeia ramificada (BCAA), compreendem cerca de um terço das proteínas do músculo.
- Entre eles, a leucina tem sido a mais amplamente investigada, pois sua taxa de oxidação é maior quando comparada à isoleucina ou valina.
Propriedades
- A leucina estimula a síntese protéica no músculo e é estritamente associada com a liberação de precursores gliconeogênicos, tais como a alanina do músculo.
- Assume-se que o conteúdo de leucina na proteína varia entre 5 e 10%.
- Estudos mostram que este aminoácido é capaz de produzir uma completa recuperação do nível de glicogênio e da taxa fracional de síntese protéica no músculo esquelético após exercício físico.
Posologia: 50 mg/kg/dia.
Indicação
-Auxiliar na recuperação do músculo esquelético no pós-exercício físico;
-Anabolismo protéico;
-Aumento na performance mental e física;
-Aumento na resistência física;
Efeitos adversos: Não encontrado na literatura pesquisada.
Contra-indicações: Não encontrado na literatura pesquisada.
Interações medicamentosas: Não encontrado na literatura pesquisada.
Mecanismo de Ação
A estimulação da síntese proteica é associada com a ativação de fatores iniciação da tradução tais como 4E e 4G e a proteína ribossomal S6 sob controle regulatório da sinalização da insulina intracelular e concentração de leucina.
Após o exercício, a recuperação da síntese protéica muscular requer suplementação protéica ou de BCAA a fim de aumentar os níveis de leucina para que ocorra a ativação da proteína quinase mTOR (alvo da rapamicina em mamíferos) e como conseqüência, a fosforilação do complexo do fator 4. O efeito da leucina é potencializado com a insulina através da via de sinalização fosfoinositol 3-quinase.
A ativação da mTOR resulta na fosforilação da proteína ribosomal S6 quinase (S6K1) e do fator de iniciação eucariótico 4E (4E-BP1), duas proteínas envolvidas na fase de iniciação da síntese protéica.
A leucina é um dos aminoácidos codificados pelo código genético, sendo portanto um dos componentes das proteínas dos seres vivos.
A leucina é um dos 20 aminoácidos que as células do corpo humano utilizam para sintetizar proteínas, porém o mesmo não o produz. Desempenha funções importantes no aumento das proteínas e atua com fonte de energia durante os exercícios físicos, aumentando a resistência e reduzindo a fadiga. É integrante da cadeia ramificada, juntamente com a isoleucina e a valina, é encontrado de maneira abundante em carnes eleguminosas (soja e feijão), com uma concentração média de 1g/100g e de 3g/100g, respectivamente.
Aminoácidos são a chave para desenvolver músculos.
Essa é uma das ultimas afirmações de Jerry Brainum, um perito em todos os aspectos do exercício e nutrição, escritor com mais de 3.000 artigos em mais de 20 publicações nacionais e internacionais, incluindo a Muscle & Fitness, Flex, Men’s Fitness, e outras.
Segundo Jerry:
Pessoas que desejam desenvolver músculos não precisam exatamente de proteína, mas sim dos aminoácidos encontrados nas proteínas.
Estudos mostram que os BCAAs evitam a ruptura muscular e bloqueiam a dor muscular tardia.
BCAAs estimulam os hormônios anabólicos: testosterona, hormônio do crescimento e insulina.
Durante o processo de digestão, os alimentos ricos em proteínas, como leite, carne e ovos, são transformados em aminoácidos. Vinte e dois aminoácidos são conhecidos. Destes oito são considerados essenciais, já que não podem ser sintetizados no organismo, mas devem ser fornecidos pelos alimentos.
Apesar de todos os aminoácidos essenciais serem vitais para ganhos em tamanho muscular e força, de fato, estudos recentes mostram que apenas os aminoácidos essenciais são necessários na síntese protéica muscular – alguns deles são mais vitais do que outros. Três – valina, Isoleucina e leucina – São conhecidos coletivamente como os da cadeia ramificada de aminoácidos (BCAA). Os BCAAs são únicos porque não são metabolizados no fígado, mas no músculo. É por isso que eles são chamados de aminoácidos do músculo.
Leucina destaca-se como tendo a maioria das propriedades anabolizantes.Modernossuplementos que prometem “superar as limitações genéticas” provavelmente utilizam uma boa quantidade e qualidade de BCAA, especialmente a leucina. Como por exemplo a Whey Protein.
Vários estudos apontam a leucina como um meio de manter o músculo, ao fazer dieta para perder gordura corporal. Se você faz aeróbica e dieta, tomar uma dose de suplemento BCAA antes do treino, deveria evitar a perda muscular. Para tirar o máximo proveito do BCAAs, incluir uma fonte de vitamina B1, ou tiamina, que é necessária para o metabolismo do BCAA.
OBS: A dose varia conforme seu peso corporal. Na dúvida siga as instruções do rótulo ou consulte um nutricionista.
Estudos recentes mostram que tomar aminoácidos essenciais, incluindo BCAAs, antes do exercício inicia processos anabólicos. Isso porque o aumento do fluxo sanguíneo no inicio do treinamento promove uma maior entrada de aminoácidos no músculo.
Um outro estudo mostrou que BCAAs ajudam a diminuir os danos musculares durante o exercício e bloqueio que é chamado de dor muscular tardia após o treinamento intenso.
Hormônios anabólicos, como a testosterona, hormônio de crescimento e insulina, são estimulados pelos BCAAs. A Leucina em particular juntamente com a insulina, que é anti-catabólico e que, juntamente com outros aminoácidos essenciais, estimulam a síntese protéica muscular.
Fontes:

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