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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

12 Dicas Para Melhorar A Barra Fixa


1 - Se você não consegue fazer uma repetição completa, ou você está estagnado, faça uma excêntrica de 30 segundos. Se você consegue aguentar descer lentamente por 30 segundos, não há nenhuma razão fisiológica para não conseguir fazer 1 repetição completa.

2 - Iniciar o movimento com a retração da escápula, e continue com o resto do movimento.

3 - Assim que você começa a subir, tente colocar os ombros para trás como se estivesse 'acertando' alguém no estômago que estivesse atrás de você. Isso vai ajudar a ativar todos os grupos musculares de forma correta.

4 - Trocar a pegada de supinada para neutra. Isso vai modificar a proporção de ativação dos flexores do cotovelo.

5 - Sempre use 'full range of motion', ou repetição completa. Sempre. Algumas pessoas não estendem os cotovelos (não deixam o braço reto) ou não sobem tudo (retração da escápula completa). Fazer ela completa vai ajudar a recrutar todos os músculos.

6 - Você deveria fazer pelo menos 30 repetições de barra fixa por treino. Isso vai ajudar tanto no ganho de força quanto hipetrofia.

7 - Se você faz barra fixa supinada, ela vai ajudar nos exercícios de bíceps com a mesma pegada. Se você fizer com pegada neutra, ele vai ajudar nos exercícios de bíceps com a mesma pegada, tipo hammer curl, e vice-versa, os exercícios de bíceps podem ajudar na barra fixa.

8 - Use uma barra mais grossa, isso ativa mais o sistema nervoso e faz com que você use mais unidades motoras, e também ajudar da pegada. Use uma fatgrip ou algum exercício específico para pegada.

9 - Você deve subir tudo! O objetivo é levar o mid sternum contra a barra, mas se você passar da barra com o queixo já está bom. Essa é a única forma de ativar os músculos retratores da escápula. Fazendo isso eles ficam mais fortes, mais hipertrofia, e ajudar mais na saída (a hipertrofia causada pela parte final do movimento dá um carry over na parte inicial do movimento).

10 - Use um cinto para aumentar a carga. Um novo é caro, mas há usados na internet mais baratos. Uma 'prova de força' seria conseguir fazer 66% do seu peso extra para 3 repetições (alguém de 70Kg fazer 3 repetições completas de barra fixa com 46Kg).

11 - Trabalhar tecido mole sempre é bom. Procure 'adhesions' (pelo que eu entendi são carossos, bolotas) e se livre delas, especialmente aquelas nas costas. Isso deve facilitar o movimento e ajudar com full range of motion.

12 - Seja o mais magro possível(%BF), Carregar peso ou gordura extra vai ser a mesma coisa que fazer uma barra fixa com uma mochila nas costas ou estômago, dependendo de onde você carrega o peso.

EXEMPLO DE TÉCNICA DE MOVIMENTO:



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quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Devo fazer Aeróbico, Antes Ou Depois Da Musculação? (Com Vídeo Explicativo)


O treinamento concorrente de atividade aeróbia versus atividade de força, vem levantando muitas polêmicas nos dias de hoje. Sabe-se que é muito difícil atingir altos patamares de rendimento nas duas modalidades ao mesmo tempo. Então devemos colocar um objetivo como prioridade, para podermos dar uma maior ênfase em um treinamento específico, como o treinamento de força e hipertrofia, ou condicionamento aeróbio.

O treinamento aeróbio pode ter como objetivo a melhora da capacidade aeróbia, visando aumentar o VO2máx.(consumo máximo de oxigênio), tanto para fins de saúde como necessidade para atletas de resistência aeróbia e anaeróbia; assim como também pode ser usado para a redução do peso corporal (e também percentual de gordura), como também pode ter como objetivo final à melhora da saúde e qualidade de vida do indivíduo num contesto global.

O treinamento de força ou hipertrofia pode ter como objetivo, a estética ou a saúde. Muitos indivíduos praticam musculação (ou outras modalidades de força e hipertrofia), com fins estéticos, visando hipertrofiar a musculatura, ficar "sarado" ou "rasgado" (ou como quiser), porém outros indivíduos "necessitam" praticar musculação para fortalecer alguns grupos musculares enfraquecidos, por desuso ou por recuperação de lesões, para prevenir alguns distúrbios do envelhecimento (coisa que todos nós estamos sujeitos), para controle de taxa hormonal, etc.

A manutenção concomitante dos programas de treinamento tanto de resistência quanto aeróbico reduz a magnitude do aprimoramento na força e potência musculares, ou seja, o treinamento aeróbio dificulta o desenvolvimento máximo da força e da potência quando realizado simultaneamente ao treinamento de força. É possível que as maiores demandas de energia (e talvez de proteína) desse treinamento de endurance possam impor um limite ao crescimento muscular e à responsividade ao treinamento de resistência. Entretanto, esses achados não devem desestimular os que desejam um programa de condicionamento bem distribuído capaz de oferecer os benefícios específicos de aptidão e saúde proporcionados por ambas as formas de treinamento com exercícios (McArdle et al., 1998).

Mediante a determinação do objetivo, devemos levar em conta o princípio da especificidade do treinamento, onde se deve ter como foco principal o objetivo final que queremos alcançar ao final do período de treinamento. Então se o objetivo do treinamento for o aumento da capacidade cardiopulmonar, o VO2máx, ou a endurance, o treinamento aeróbio deve preceder qualquer outro treinamento, pois assim teríamos todos os substratos energéticos (carboidratos e gorduras) disponíveis em sua totalidade nas reservas para realizar o treinamento aeróbio potencializando ao máximo este treino para buscarmos sempre atingir patamares ótimos de resultados.

Porém uma coisa deve ser levada em consideração. Devemos sempre buscar ajuda de um professor de educação física, preferencialmente, especializado na área para nos orientarmos a respeito de qual treinamento devemos fazer uso para melhor atingirmos os nossos objetivos e como deverá ser a nossa periodização de treinamento, para não corremos o risco de treinarmos incorretamente e nos colocarmos em riscos de lesões, nem treinarmos de forma incorreta não atingindo assim, resultados satisfatórios.
Mas se o objetivo do treinamento for o aumento de força ou massa muscular, devemos primeiramente realizar o treino contra-resistido, por otimizar as reservas de substratos energéticos, principalmente glicose hepática, sanguínea e glicogênio muscular. Assim, teremos um melhor rendimento nas contrações musculares, que devem ser máximas ou sub-máximas, dependendo do programa de treinamento. Para após o termino deste treinamento iniciar a prática de atividades aeróbias, assim utilizaremos durante ela o restante das reservas de carboidratos e as reservas de gorduras como combustível principal para realização da atividade. Isto devido ao fato de levarmos em consideração que as reservas de carboidratos no organismo são limitadas, enquanto as reservas de gorduras são ilimitadas.

Como exemplo, veremos a seguir como ocorre a depleção da energia quando iniciamos uma atividade física. Quase toda a energia na transição do repouso para o exercício submáximo é fornecida pelo glicogênio armazenado nos músculos ativos, à semelhança do que ocorre no exercício intenso. Durante os 20 minutos subseqüentes, o glicogênio hepático e muscular proporciona entre 40 a 50% da demanda energética, com o restante dessa demanda sendo proporcionado pela desintegração das gorduras, incluindo uma pequena utilização de proteína (essa mistura de energia alimentar depende muito da intensidade relativa do exercício. Se o exercício é ligeiro a moderado, o principal substrato energético durante todo o exercício é a gordura). À medida que o exercício continua e as reservas de glicogênio são reduzidas, a glicose sanguínea passa a constituir a principal fonte de energia proveniente dos carboidratos, sendo que um percentual cada vez maior da energia total é proporcionado pela desintegração das gorduras.

Também se deve priorizar a pratica do treinamento aeróbio após o treino com pesos, quando o objetivo é emagrecer (diminuir tanto o peso corporal total quanto o percentual de gordura). Isto porque, ao iniciarmos com o treinamento com pesos, depletamos as reservas de carboidratos, como dito nos parágrafos acima, e consumimos mais gorduras como fonte principal de energia durante a atividade aeróbia. E se após o termino do exercício ainda permanecermos sem uma ingestão calórica, consumiremos mais gordura, durante o período do EPOC (consumo excessivo de oxigênio após o exercício), para re-sintetizarmos o ATP depletado durante a atividade.
Uma das formas de potencializarmos o treinamento aeróbio, principalmente em longa distância ou após o treinamento de força, é fazendo uso de repositores energéticos e eletrolíticos (bebidas isotônicas e ricas em carboidratos), que tem a função de repor as reservas de substratos energéticos em altíssima velocidade para que possam ser utilizados em atividade retardando assim a fadiga por falta de energia. Segundo MCARDLE et al. (1998), uma pequena quantidade de eletrólitos e de glicose acrescentada a uma bebida para reidratação pode induzir uma reidratação mais completa que a ingestão apenas de água.

Como conclusão da discussão em questão, sou a favor da prática das duas modalidades de atividades físicas, mediante a certeza de que uma complementa a outra, então ao realizarmos o treinamento aeróbio e de força durante nosso dia-a-dia, estamos contribuindo para um processo de envelhecimento saudável, desenvolvendo não só a força muscular e o condicionamento aeróbio, mas também melhorando a capacidade cardiovascular e pulmonar, a função neural, a massa óssea e a composição corporal, retardando assim o processo de envelhecimento e aumentando a sua longevidade, mantendo a saúde corporal e mental.

Referencias bibliográficas:
Foss, M.L.; Keteyian, S.J. Bases Fisiológicas do Exercício e do Esporte. 6ª ed. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan, 2000.
McArdle, William D.; KATCH, Frank I. e KATCH, Victor I. Fisiologia do Exercício – Energia, Nutrição e Desempenho Humano. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan, 1998.
Wilmore, Jack H.; Costill, David L. Fisiologia do Esporte e do Exercício. São Paulo. Manole, 2001.
Por: Raphael Lorete
Retirado do fórum:http://www.hipertrofia.org/forum/
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segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Como hidratar grão de bico


O grão de bico tem um sabor parecido com castanha doce. Os grãos são ricos em fibras, proteínas e ferro. Ele é muitas vezes comprado desidratado, pois isso estende sua vida útil, de modo que precisa-se hidratá-lo ante de comer ou de usá-lo em uma receita. Mergulhe os grãos em água durante a noite, se tiver tempo, ou hidrate-os rapidamente com a ajuda de água fervente. Uma única xícara de grão de bico seco renderá duas a três xícaras de grão de bico cozido.



Instruções

1.Deixe de molho durante a noite



2.Pese a quantidade desejada de grão. Cada 500 g exige dez xícaras de água.



3.Coloque o grão de bico em uma tigela ou jarra. Cubra-o com água fria.



4.Deixe o grão de bico de molho por seis a oito horas ou durante a noite na geladeira.



5.Coe o grão de bico para remover a água. Lave o grão.



6.Cozinhe o grão de bico hidratado imediatamente.
Molho rápido



7.Despeje 500 g de grão de bico em uma panela.



8.Adicione seis a oito copos de água ao grão de bico.



9.Leve a água para ferver. Tampe a panela. Ferva o grão de bico por dois minutos.


10.Remova o grão de bico do fogão. Deixe esfriar coberto por uma hora e não mais do que três horas.



11.Escorra a água do grão de bico. Enxágue o grão sob água corrente fria.


Dicas & Advertências

Depois de ferver o grão de bico, coloque-os na geladeira durante a noite. Isso quebra os açúcares que causam gases.

Se não puder medir o grão de bico, uma boa dica é usar o dobro da quantidade de água, como se faz com o feijão.

Evite adicionar sal ao grão de bico enquanto ele estiver embebido em água, pois pode endurecê-lo.

Referências


Retirado do site:http://www.ehow.com.br/
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quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Hidratar grãos e sementes. Um pouco sobre!


Pessoal, omega 3 de origem vegetal é mais nomenclatura.
O w3 de origem vegetal possui ALA e não EPA e nem DHA.
O ALA é precursor desses dois (EPA/DHA), mas nosso organismo só transforma, segundo estudos, uns 5%. E isso se a pessoa estiver com os niveis de ferro, zinco ou vitamina B6 em ordem, senão essa porcentagem cai mais ainda, por que o nosso organismo precisa disso ai pra transformar o ALA em EPA/DHA.
Omega 6 é essencial para nosso organismo, mas é pró- inflamatório.
Nossas células são revestidas por uma membrana feita de gorduras e proteinas. A qualidade dessa membrana vai depender da sua alimentação. Se você tem um desbalanço e consome mais W6, então os acidos graxos que compõem a membrana serão os do W6, que é pró-inflamatório. Assim aumenta a produção de citocinas com ação de vasocontrição que promove agregação plaquetaria, ou seja, tem maior indice de doenças cardiovasculares, auto imunes e inflamatórias (artrite, asma...)
Omega 3 é anti-inflamatório e promove a vasodilatação e inibe a agregação plaquetária. Atua na prevenção de doenças cardiovasculares e inflamatórias.
Por isso tem que haver um balanço entre os dois (w3 e w6)
Pra conseguir W3 de qualidade tem que ser de origem animal, através de peixes de preferencia gordos, e algas marinhas também tem W3 (DHA).
Uma coisa que é importante, mas poucos fazem por não saberem, é que tem que hidratar os grãos/sementes.
Chia, linhaça, etc.. tem muitos benefícios, e são alimentos importantes para se consumir no dia-a-dia. Mas muitos não aproveitam todos os seus benefícios por não hidratar/fermentar-los.
A parte externa da chia, por exemplo, é revestida com ácido fítico (fitato). Ele tem valor antinutricional por que se liga à alguns minerais (cálcio, zinco, ferro, etc..) e também à algumas proteínas. E isso acaba formando complexos insolúveis e diminuem sua biodisponibilidade.
Quando você deixa de molho, faz com que enzimas e outras substâncias quebrem e neutralizem o fitato, e assim deixe o grão mais benéfico. Como também facilita a digestão de algumas proteínas que são quebradas e tornam-se simples.
Também neutralliza os inibidores enzimáticos e predispõe a produção de enzimas benéficas que aumenta a quantidade de vitaminas.
Se você calcular a quantidade de nutrientes da sua deita com os grãos sem hidratar, vai ter um déficit de alguns nutrientes, inclusive se depender exclusivamente dos grãos, e isso pode causar deficiências minerais, causar a sindrome do instestino irritado, etc. Como algumas proteinas são difíceis de digerir, isso acaba sobrecarregando o sistema digestivo e acaba ocasionando alergias, indigestão crônica, algumas doenças. E deixando de molho os grãos, essas proteinas se quebram e ficam de fácil digestão.
É só observar que a maioria dos animais que tem como base alimentar os grãos, possuem um sistema digestivo mais "complexo". Geralmente possuem até mais que 4 estômagos. Isso faz com que eles consigam retirar todos os benefícios. Como o ser humano possui apenas um, acaba dificultando a quebra e a absorção desses nutrientes.
O ideal é deixar de molho em água e algum ácido (algumas gotas de limão) por umas 7/8h pra depois consumir.
No caso da chia, ela vai ficar parecendo uma gosminha. Pode comer com o liquido que se formou.
Farinha de linhaça oxida muito fácil, então o melhor seria fazer a farinha em casa e já consumi-la. Se você comprar pronta, provavelmente já está comprando rancificada. Se o processo de colheita, preparo, embalo não for feito corretamente, ela oxida.
Óleo de linhaça então, nem se diga, oxida muito fácil, é secativo e tem tendencia a se polimerizar. Antigamente era usado para fazer verniz.
"Ah, mas qual o problema de ser oxidado?". Radicais livres, entre outras coisas que causam inflamações, cancer, etc..
Em resumo, grãos/sementes tem benefícios? Sim, muitos! É ótimo acrescenta-los em sua alimentação, mas usa-los e se basear neles como fonte principal para obter W3 é contraproducente e errado! Eles não vão suprir sua necessidade de W3, e nem chegar perto de suprir. W3 de qualidade é origem animal!
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Entendendo os óleos de forma simples

Entendendo os óleos de forma simples

por : John Meadows
Utilidade para cozimento
Quanto mais saturada a gordura, menos provável é ir ranço quando utilizada na culinária . rancidez significa que a gordura é quebrada quimicamente devido à oxidação e à ingestão destas gorduras, é a razão pela qual vemos o aumento das taxas de doenças cardíacas e aterosclerose. Para evitar comer gorduras rançosas, você deve cozinhar com óleos mais elevados em gordura saturada.
O gráfico na parte inferior mostra o percentual de gorduras saturadas, monoinsaturadas, poliinsaturadas e em vários óleos, o que deve ajudar a tornar a escolha de um bom óleo de cozinha mais fácil. Por exemplo, o óleo de coco seria uma boa escolha para cozinhar, que é 91% de gordura saturada, enquanto que o óleo de cártamo não deve ser usada porque é 75% poli-insaturados.
Não deixe que os óleos atinjam seu ponto de fumaça durante o cozimento . O ponto de fumaça é o lugar onde o óleo atinge a temperatura na qual ele começa a quebrar rapidamente. O óleo pode se transformar em cor mais escura, mais grossa, ou mesmo começar a feder. Obviamente um ponto de fumo maior é melhor para fins de cozinha, mas ao invés de romper o termômetro fiel, é só usar um óleo mais estável para cozinhar.
Utilidade para cobertura
Quando eu digo uma cobertura, eu quero dizer para adicionar uma sacudida, regue em cima de uma salada ou uma refeição.
Você não deve cozinhar com óleos altamente poliinsaturados devido ao seu estado frágil e propensão para a oxidação.
Esta é também uma ótima maneira de adicionar gorduras monoinsaturadas.
Relação-proporção
Avaliando o ômega 6 e ômega 3. Autoridades de nutrição de ponta agora aconselham proporção de 3: 1 de ômega 6 e ômega 3, uma abordagem radicalmente diferente da proporção 20: 1 encontrados na dieta típica ocidental. Para chegar a essa proporção ideal, óleos demasiados pesados ​​em ômega 6 devem ser evitados, pois promovem um ambiente inflamatório.
coconut-oil.jpg
Top 6 Óleos
Assim, sem mais delongas, aqui está o meu top 6 óleos
Óleo de palma vermelho.Muitos especialistas não indicam ele. Porem o óleo tem uma cor laranja-avermelhada muito singular devido ao fato de ser carregado com carotenóides incluindo alfa-caroteno. Para colocar isso em perspectiva, o óleo de palma tem 300 vezes mais carotenóides que o tomate! Curiosamente, embora os níveis de vitamina A possam ficar muito altos (o que é raro), isso não é verdade para os seus precursores, os carotenos.
Ele não para por aí. A Vitamina E em óleo de palma vermelho contém todos os tocoferóis e tocotrienóis. Tocotrienóis são antioxidantes muito poderosos, possivelmente, até mesmo parando a oxidação do LDL. Você pode até mesmo cozinhar com este óleo, porque ele é muito estável ao calor. Eu gosto de acrescentar uma colher de sopa ou duas para os meus ovos na parte da manhã.
Óleo de coco. Outro óleo muito mal compreendido. Os primeiros estudos concluíram aumento nos níveis de triglicerídeos, mas não mencionou que os estudos utilizavam óleos hidrogenados ou versões refinadas.
Óleo de coco não refinado é quase todo gordura saturada, e uma grande quantidade de gordura é triglicerídeos de cadeia média, que são enviados para o fígado e convertidos em energia rápida. Curiosamente, os agricultores na década de 1940 usavam óleo de coco , pensando que toda a gordura saturada ajudaria suas vacas engordarem rapidamente. Não funcionou. As vacas ganhavam muita massa magra, e ficavam "mais rasgadas", poderiam até competir na categoria peso pesado no Mr. Olympia daquele ano. Então, a idéia foi considerada um fracasso.
O que eu gosto mais sobre o óleo de coco é o seu teor de ácido láurico. Esta gordura, normalmente só é encontrado no leite materno, é um poderoso fortalecedor do sistema imunológico e é parte da razão pela qual a amamentação é tão saudável para crianças. Há um enorme conjunto de evidências mostrando que o ácido láurico pode ser uma boa substância antiviral grande, antifúngica e antibacteriana .
Óleo de macadâmia. Este óleo é uma potência. Tem ainda mais gordura monoinsaturada que azeite (85%), com uma grande parte de ácido oléico. Isto é importante porque o ácido gordo particularmente ajuda a incorporar ácidos gordos omega 3 em membranas celulares. Especialistas Mary Enig e Fred Pascatore documentaram como essas gorduras diminuem a necessidade de EFA. Por último, também é um óleo muito estável para cozinhar e pode resistir a temperaturas de até 410 graus.
Azeite extra virgem. Queridinho da América, e com razão. Há uma montanha de evidências mostrando que EVOO levanta colesterol "bom" ou HDL, devido às suas altas quantidades de ácido oléico. Este é o meu óleo preferido para saladas, mas não se resuma apenas bebê-lo ou colocá-lo em seus shakes. Você pode cozinhar com ele em fogo baixo.
Óleo de semente de cânhamo. Este óleo na verdade tem o equilíbrio ideal de ômega 6 a 3 (57% de ômega 6 e 19% de ômega 3) e ainda tem GLA nele. Não cozinhe com ele, mas sinta-se livre para atirá-lo em shakes ou em saladas.
O óleo de noz. Este óleo é muito bom para cobertura da salada. É composto por 59% de ômega 6, 16% de ômega 3, por isso não está muito longe da proporção ideal. Infelizmente, ele tem um ponto de fumo realmente baixo, de modo que é melhor usá-lo em saladas.
Menção Honrosa
O óleo de abacate. Este óleo tem um ponto de fumaça(ebulição) extremamente alto de 520 graus, e é carregado de ácidos gordos mono-insaturados (70%). No entanto, o sabor é um pouco estranho, mesmo para aqueles que têm fetiches por abacate.
bad-fats.jpg
Os óleos abaixo não foram autorizados a participar devido à sua desproporção entre Omega 3 e 6. Esses óleos não devem ser consumidos.
Óleo Proporção Omega 6 a 3
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O óleo de cártamo 78-1
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Óleo de girassol 69-1
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Óleo de milho 59-1
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Óleo de gergelim 45-1
__________________________________________________
Óleo de amendoim 34-1
__________________________________________________
Óleo de pistache 31-1
__________________________________________________
Óleo de semente de abóbora 20-1
__________________________________________________
Óleo de soja 11-1
__________________________________________________
O "trio Frankstein"
Estes óleos populares foram expulsos da cidade pelos moradores furiosos armados com foices e tochas .
•  Óleo de cártamo •  Óleo de girassol •  Óleo de canola
Tabela de estatísticas
Óleo % Monoinsaturada % Poli-insaturadas % Saturadas Ponto de ebulição
______________________________________________________________________________________________________
O óleo de abacate 70 10 20 520
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O óleo de amêndoa 78 17 5 420
__________________________________________________________________________________________
Óleo de Canola 54 37 7 400
__________________________________________________________________________________________
Óleo de coco 7 2 91 350
__________________________________________________________________________________________
EVOO 76 8 16 375
__________________________________________________________________________________________
O óleo de linhaça 19 72 9 225
__________________________________________________________________________________________
Óleo de semente de uva 17 71 12 400
__________________________________________________________________________________________
Óleo de macadâmia 85 6 9 410
__________________________________________________________________________________________
Óleo de amendoim 47 29 18 320
__________________________________________________________________________________________
Óleo de semente de cânhamo 12 80 8 330
__________________________________________________________________________________________
Óleo de palma vermelho 40 10 50 450
__________________________________________________________________________________________
Óleo de farelo de arroz 48 35 17 490
__________________________________________________________________________________________
O óleo de cártamo 3 75 12 225
__________________________________________________________________________________________
Óleo de gergelim 42 45 17 350
__________________________________________________________________________________________
Óleo de girassol 23 65 12 225
__________________________________________________________________________________________
O óleo de noz 25 56 18 320
__________________________________________________________________________________________
Nota: Os pontos de ebulição podem variar com base na origem.
muscle-building-fats.jpg
Conclusão
Todos nós temos nossos alimentos favoritos, mas não tenha medo de fazer algumas trocas saudáveis ​​a partir desta lista. Um pouco de variedade de ácidos graxos irá fornecer-lhe um espectro mais amplo de nutrientes, por isso não fique preso em usar apenas um óleo.
Espero que tenham gostado disso, e talvez até tenham aprendido alguma coisa!
                          Fonte:T-nation.com
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Alta ingestão de proteínas causa problemas renais? Descubra...


Vira e mexe sempre aparece alguém me perguntando se esse tipo de dieta low carb não faz mal aos rins. A pessoa mal começa a seguir esse novo estilo de vida e sempre vem alguém da família, ou do trabalho ou ainda do espaço e fica lá gorando: “Seus rins vão parar de funcionar”, “Essa dieta vai te colocar na hemodiálise” ou qualquer outra bobagem do tipo. Já que isso infelizmente é uma coisa comum de se acontecer então vamos responder a essas dúvidas pra você e pra quem ainda afirma esse tipo de coisa.

De onde saiu essa história de que proteínas sobrecarregam os rins? Se é mentira então porque é tão falado assim?

Vamos aos fatos, mas aos fatos de verdade...

A verdade é que pessoas com problemas renais crônicos, sim, possuem certa deficiência na metabolização de certas proteínas como a purina, por exemplo, relacionada com o aumento de ácido úrico. Ou seja, essas pessoas sim devem evitar um consumo ELEVADO de proteínas. Mas, em pessoas com rins normais, nunca se teve qualquer relação encontrada entre ingestão alta de proteína e problemas renais. Pelo contrário, em estudos em animais vemos que um consumo maior de proteínas ajudou a melhorar a função renal além de lhe causar uma hipertrofia, hipertrofia essa comparada à que ocorre quando a pessoa retira um rim e fica dependendo apenas de um.

Resumindo: Você é uma pessoa normal? Ótimo, não se preocupe. Proteínas não lhe causarão mal algum. Agora se você está tendo qualquer tipo de problema renal, isso ainda não quer dizer que você não possa comer proteínas, apenas fique do lado seguro e não exagere.

Low carb-paleo não quer dizer dieta alta em proteínas (e nem zero carb). Quem conhece um pouco dessa dieta sabe que ela é a base de gordura e ainda sim muitas verduras. Os verdadeiros paleolíticos comem mais verduras do que os próprios vegetarianos.

Pra finalizar, deixo esse estudo que você pode mostrar pra quem você quiser quando lhe vierem com esse papo de que esse tipo de dieta vai acabar com seus rins. O estudo a seguir mostra como uma dieta low carb cetogênica pode ajudar no tratamento de doenças renais em pessoas 
diabéticas:http://www.sciencedaily.com/releases/2011/04/110420184429.htm

O mais legal é que quem fala que proteína faz todo esse mal não possui argumento algum. Apenas fala porque ouviu alguém falar por aí...
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