O grão de bico tem um sabor parecido com castanha doce. Os grãos são ricos em fibras, proteínas e ferro. Ele é muitas vezes comprado desidratado, pois isso estende sua vida útil, de modo que precisa-se hidratá-lo ante de comer ou de usá-lo em uma receita. Mergulhe os grãos em água durante a noite, se tiver tempo, ou hidrate-os rapidamente com a ajuda de água fervente. Uma única xícara de grão de bico seco renderá duas a três xícaras de grão de bico cozido.
Instruções
1.Deixe de molho durante a noite
2.Pese a quantidade desejada de grão. Cada 500 g exige dez xícaras de água.
3.Coloque o grão de bico em uma tigela ou jarra. Cubra-o com água fria.
4.Deixe o grão de bico de molho por seis a oito horas ou durante a noite na geladeira.
5.Coe o grão de bico para remover a água. Lave o grão.
6.Cozinhe o grão de bico hidratado imediatamente. Molho rápido
7.Despeje 500 g de grão de bico em uma panela.
8.Adicione seis a oito copos de água ao grão de bico.
9.Leve a água para ferver. Tampe a panela. Ferva o grão de bico por dois minutos.
10.Remova o grão de bico do fogão. Deixe esfriar coberto por uma hora e não mais do que três horas.
11.Escorra a água do grão de bico. Enxágue o grão sob água corrente fria.
Dicas & Advertências
Depois de ferver o grão de bico, coloque-os na geladeira durante a noite. Isso quebra os açúcares que causam gases.
Se não puder medir o grão de bico, uma boa dica é usar o dobro da quantidade de água, como se faz com o feijão.
Evite adicionar sal ao grão de bico enquanto ele estiver embebido em água, pois pode endurecê-lo.
O Óleo de Borage ou Barragem é um óleo vegetal extraído da planta Borago officinalis, assim como o óleo de Prímula (Oenothera Biennis) é a melhor fonte de Ácido Gamalinolênico (GLA) pois possui na sua composição ácidos graxos poliinsaturados. Por ser um ácido graxo essencial, o GLA deve ser necessariamente obtido da alimentação, pois o organismo não é capaz de produzi-lo. Os ácidos linoleico e gama-linolênico (GLA), são pertencentes à série ômega-6. Os ácidos graxos essenciais têm fundamental importância para a membrana das células, atuando na sua permeabilidade, na regulação da temperatura corporal, no gasto de energia do organismo, dentre outras coisas.
A deficiência de ácidos graxos essenciais, nos seres humanos, resulta em condições anormais da pele, tais como dermatites, escamações e ressecamentos; redução na regeneração dos tecidos e aumento da suscetibilidade a infecções. Esses efeitos são devidos, pelo menos em parte, à falta de prostaglandinas produzidas a partir dos ácidos poliinsaturados.
O ácido linoleico, presente em muitos óleos vegetais em quantidades apreciáveis como no de soja, milho e canola, sob a ação de enzimas, transforma-se no ácido gama-linolênico (GLA) sendo, na verdade, seu grande precursor. Por sua vez, no organismo, o GLA é facilmente convertido a prostaglandinas da série E1 (existem também da série E2 e E3). A formação de prostaglandinas ocorre mediante complicados processos do metabolismo. Tais processos podem ser inibidos ou alterados por diferentes componentes da alimentação como, por exemplo, gorduras sólidas; ácidos saturados ou colesterol (gorduras animais); por deficiência de zinco, abuso crônico de álcool, tabagismo; por determinadas doenças tais como infecções virulentas ou diabetes mellitus, mal funcionamento do fígado, desnutrição, câncer etc. A inibição pode ocorrer, ainda, em pessoas estressadas ou em períodos de envelhecimento. Existem, por outro lado, as substâncias que favorecem a produção de prostaglandinas, entre as quais estão as vitaminas C, E (tocoferol) e B6 (piridoxina), o magnésio e o zinco.
As prostaglandinas de série E1 (PGE1) são substâncias tipo hormônios com propriedades antiinflamatórias, que exercem efeito regulador dos hormônios sexuais femininos, estrógenos, progesterona e prolactina, e têm efeito positivo sobre elasticidade cutânea (importante função da pele). Podem também agir como afinadores do sangue e como vaso dilatador. Parecem também ter alguma influência na moderação dos neurotransmissores no cérebro jovem (sobretudo, serotonina e dopamina), provocando mudanças positivas no estado de ânimo e no impulso de hiperatividade motora.
O ácido gama-linolénico (GLA) reduz a perda de água através da pele e aumenta a tolerância à exposição dos raios ultravioleta; combate coronariopatias (reduz o colesterol LDL e aumenta o colesterol HDL), infecções virais, mal de Alzheimer e acalma crianças hiperativas. O GLA é encontrado em quantidades pequenas, porém importantes, no leite materno. O fato constitui mais um argumento a favor do aleitamento materno, sabendo-se, além disso, que a restrição da ingestão de gorduras para crianças pode reduzir o crescimento e a acuidade visual e limitar o desenvolvimento mental. Todavia, a quantidade de GLA no leite vai diminuindo ao longo da amamentação. Por isso, é aconselhável sua reposição na dieta da mãe, durante a amamentação. Há indicações de que o óleo pode contribuir para evitar a depressão pós-parto, e também é indicado na tensão pré-menstrual, problemas reumáticos, eczemas, inflamações de pele, prevenção da arteriosclerose e cirrose hepática.
Assim, se o aporte do ácido linoléico na dieta é indispensável, o aporte de ácido gama-linolênico poderá corrigir situações deficitárias que, de outra forma, impedirão a formação de prostaglandina. A ingestão do óleo de borage resulta em ação antiinflamatória e imunossupressora. A forma mais conhecidade comercialização deste óleo é em cápsula.
Complementando com minhas palavras, além destas, outras virtudes do GLA (saúde do coração, artrite reumatóide, neuropatia diabética, doenças de pele) se deve ao fato deste ser precursor das Prostaglandinas que atuam no organismo regulando os processos metabólicos em nível celular tais como: o nível de colesterol, a inflamação, o ciclo menstrual, etc. É antiinflamatória, e eu msm tomo juntamente com Vit D3(2000 UI) pois se deve tomar com alguma "gordura", e aproveito o beneficio de ambos.
REFERÊNCIAS
1. BELLENGER-GERMAIN, S.B.; POISSON, J.P.; NARCE, M. Antihypertensive effects of a dietary unsaturated FA mixture in spontaneously hypertensive rats. Lipids, v.37, n.6, p.561-567, 2002.
2. CASTRO, A.P.B.M.; PIRES, M.C.; GOMES, C.M.S.; PASTORINO, A.C.; JACOB, C.M.A.; UMACH, A.S. Acidos graxos omega 6 em dermatites atopicas; uma opção terapêutica? Ver. bras alergia imunopatol;25, jan.-fev. 2002.
3. HORNYCH, A.; ORAVEC, S.; GIRAULT, F.; FORETTE, B.; HORROBIN, D.F. The effect of gamma-linolenic acid on plasma and membrane lipids and renal prostaglandin synthesis in older subjects. Bratislavske Lekarske Listy, v.103, n.3, p.101-7, 2002.
4. LAIDLAW, M.; HOLUB, B.J. Effects of supplementation with fish oil–derived n-3 fatty acids and -linolenic acid on circulating plasma lipids and fatty acid profiles in women. American Journal of Clinical Nutrition, v.77, n.1, p.37-42, 2003.
Ação terapêutica: antioxidante, antiinflamatório e fotoprotetor contra o estresse foto oxidativo.
Características
O polypodium leucotomos é uma planta que se desenvolve exclusivamente nas selvas e bosques tropicais hondurenhos.
O mecanismo de ação é uma gradação de alguns processos celulares que se encontra nas ignições da pele tais como a psoríase, o vitiligo ou o eczema. Estudos científicos demonstraram que os ácidos gordurosos de polypodium eram capazes de bloquear o excesso de produção de leucotrienos que é uma das causas da ignição da pele.
O polypodium possui também propriedades antioxidantes. Também conhecida como anapsos apresenta propriedades antiinflamatória, supressora de citocinas e inibidora de leucotrienos. Os europeus empregavam o extrato de Polypodium leucotomos durante mais de 10 anos como elemento de um programa global de saúde para manter seu sistema imunitário melhor.
Utilizado por via oral ou tópico, o extrato é o primeiro fotoprotetor oral com eficácia aprovada pelos dermatologistas. Estudos revelam uma redução do impacto dos raios UV contra as células da pele, preservando os fibroblastos e mantendo sua capacidade de produzir colágeno. O Polypodium leucotomo ajuda a regular o sistema imunológico e protege a pele de eritemas (inflamação causada pela exposição excessiva aos raios ultravioletas). Por ter propriedades antioxidantes, inibe a liberação da enzima metaloproteinase, responsável pela quebra de fibras de colágeno e elastina - causa do envelhecimento causado pelo sol - e assim, preserva o sistema cutâneo.
Segundo estudo de pesquisadores da Escola de Medicina de Harvard, publicado no Journal of the American Academy of Dermatology, os pacientes submetidos ao tratamento com Polypodium leucotomos e a irradiação posteriormente, apresentaram eritema reduzido, menos infiltração de mastócitos dérmicos e menor formação de sunburn cells, de células epidérmicas proliferativas e de dímeros de ciclobutano pirimidina. Também foi observada uma tendência de preservação das células de Langerhans. Essa avaliação foi conduzida com 9 participantes sadios com pele fotótipo I e II.
Os estudos demonstraram que na composição desse extrato seco, estão presentes os ácidos ferúlico, caféico, vanílico, p-cumárico e clorogênico. Essa rica composição pode explicar os efeitos fotoprotetores além da potente ação antioxidante e antiinflamatória.
Um estudo simples com Extrato Seco de Polypodium leucotomos, recrutou 10 participantes na Universidade de Miami, tendo iniciado em agosto de 2007 e com expectativa de término em junho de 2008. Com este estudo, eles irão determinar como o Extrato Seco de Polypodium leucotomos previne alguns efeitos danosos na pele causados pela radiação UVA, que é um tipo de radiação ultravioleta que não é visível ao olho humano.
Além desse uso, também trata o Mal de Alzheimer, sendo que há estudos (Methods Find Exp Clin Pharmacol. 2000 Sep; 22(7): 585-94) que relatam suas propriedades. O objetivo desse estudo, foi avaliar os efeitos do Polypodium leucotomos, utilizando duas dosagens, frente a um placebo, para avaliação da performance cognitiva, o padrão de atividade bioelétrica do cérebro e os parâmetros hemodinâmicos cerebrais, em pacientes com demência senil do tipo vascular e Alzheimer, de leve à moderada, onde 45 pacientes, com idade média de 73,8 +/- 7,6 anos, foram selecionados. Os pacientes que receberam 360 mg do extrato de Polypodium leucotomos apresentaram melhora significativa da performance cognitiva após o tratamento o que não foi observado nos pacientes tratados com placebo ou extrato de Polypodium leucotomos 720 mg. O extrato de Polypodium leucotomos também promoveu aumento da velocidade do fluxo sangüíneo cerebral.
Os resultados desse estudo mostram que o extrato de Polypodium leucotomos 360 mg melhora a performance cognitiva, a perfusão sangüínea cerebral e a atividade bioelétrica cerebral em portadores de demência senil.
Indicações e posologia
Usado como antiinflamatório, estimulante cerebral, fotoprotetor, cicatrizante, antioxidativo, imunomodulador, e também atividade antitumoral associada, previne o fotoenvelhecimento, protege o DNA celular.
Posologia: Na fotoproteção, 240 mg diários; Mal de Alzheimer, 360 mg diários.
Precauções e Contra-indicação
O Polypodium pode induzir a hiperglicemia em pacientes diabéticos; e ulcera gastroduodenal. Não se tem estudos realizados sobre sua segurança na gravidez e lactação.
Contra-Indicação: é geralmente bem tolerado. Estudos de toxicidade aguda evidenciaram uma resposta inócua em espécies do gênero Mollinesia a partir da administração de extratos aquosos e etanólicos do rizoma em doses de 500mg/Kg.
Interações Medicamentosas
A composição de heterosídeos do rizoma pode interferir com o emprego simultâneo de heterosídeos cardiotônicos.
Referências Bibliográficas/Fontes:
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reactive oxygen species, lipidperoxidation, erythema and skin
photosensitization by polypodium leucotomos. Photodermatol
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Horvath A., Alvarado F., Szocs J, et al. Metabolic effects of calaguanine,
an antitumoral saponine of Polypodium leucotomos. Nature. 1967.
Middelkamp-Hup MA, Pathak MA, Parrado C, et al. Oral Polypodium
leucotomos extract decreases ultraviolet-induced danage of human skin.
J Am Acad Dermatol. 2004.
Gomes AJ, Lunardi CN, Gonzalez S, et al. The antioxidant action of
Polypodium leucotomos extract and kojicacid: Braz Med Bio. Res. 2001.
ALEXIADES, M. Selected guidelines for ethnobotanical research: a field
manual. New York: The New York Botanical Garden, 1996
A pele (Fundação Nacional do Câncer de Pele) — ano VI nº. 26, jan/fev-
Ação Terapêutica: inibidor de apetite, coadjuvante no tratamento da obesidade.
Principio Ativo: Auratiamarina, estaquidrina, hesperidina, quinotina, sinefrina, tiramina, mirceno, limoneno, citrol, linalol, geraniol, canfeno, terpineol, b-pineno, ácidosfenilacético e benzóico, sais de cálcio, fósforo e ferro, vitaminas B1, B2 e C.
Sinonímia Popular: Laranja da Terra, Laranja Brava, Laranja Amarga.
Parte Utilizada: fruto
Indicações
Obtido da laranja amarga, acelera o metabolismo, promove um maior gasto de calorias e queima os estoques de gordura. O Citrus Aurantium contém sinefrina, uma substância similar à efedrina (Ephedra sinica), sendo muito mais segura e eficaz. A efedrina age como estimulante, mas seu uso não é indicado, pois acelera os batimentos cardíacos e a pressão arterial, o que aumenta o risco de insônia, infarto e até derrame. Mas a sinefrina não apresenta esses efeitos; ela se liga a receptores encontrados no tecido adiposo, ativando o metabolismo e a queima de gordura sem causar interferência no sistema cardiovascular.
Melhora o processo digestivo atuando também como desintoxicante do fígado. Além disso, alguns estudos comprovaram que a substância, por promover mais energia, estimula a liberação de adrenalina, o que deixa a pessoa muito mais disposta. O Citrus Aurantium também deixa os aminoácidos mais acessíveis para a formação de proteína, o que é indispensável para quem deseja ganhar e tonificar os músculos do corpo. A substância também tem propriedade digestiva, melhorando a absorção dos nutrientes e protegendo o estômago.
Citrus aurantium aumenta o metabolismo sem afetar a taxa de batimentos cardíacos ou a pressão sanguínea, isso porque, pesquisas recentes confirmaram que o citrus estimula somente o receptor beta-3, evitando efeitos colaterais negativos no sistema cardiovascular.
Além disso, como a administração de Citrus Aurantium aumenta a disponibilidade de gorduras para oxidação (respiração celular), o corpo tem acesso a maiores quantidades de energia. Isso é importante porque, quando uma pessoa realiza exercícios físicos regulares, um aumento da energia disponível pode reduzir a massa de tecido muscular. E, durante os exercícios aeróbicos, a maior quantidade de energia vai facilitar uma melhor performance física. Quando Citrus aurantium é utilizado em combinação com uma dieta alimentar rica em proteínas e com poucos carboidratos, e um programa moderado de treinamento de peso, o corpo aumenta sua disponibilidade de aminoácidos, que são assim incorporados em proteínas para a formação de massa muscular.
EFEITO TERMOGÊNICO
O Citrus aumenta a queima de calorias logo após as refeições, potencializando o efeito térmico dos alimentos. Além disso, atua como simpatomimético, aumentando a liberação de catecolaminas pré-sinápticas. Isso significa que ativa os componentes necessários para estimular certos receptores responsáveis pela perda de gordura. Isso ocorre porque além da sinefrina, o Citrus apresenta uma composição de quatro aminas adrenérgicas: N-metiltiramir, hordeina, octopamina e tiramina que atuam na estimulação dos receptores beta 3, locais específicos na célula que regulam a perda de gordura. O extrato de Citrus Aurantium atua na liberação de adrenalina e noradrenalina junto aos receptores beta-3, que são principalmente encontrados no tecido adiposo e no fígado. O estímulo a esses receptores desencadeia o processo de quebra de gordura (lipólise). Ao mesmo tempo, promove um aumento na taxa metabólica (termogênese), queimando uma quantidade maior de calorias.
Constituintes químicos
acetato de linalina, acetado de geraniol, acetado de geranilo, ácido ascórbico (vitamina C), ácido cítrico, ácidos graxos, alcanos, borneol, bioflavonóides, carboidratos, caroteno, cirantina, citral, derivados cumáricos, escopuletina, fitosteróis, geraniol, hesperidina, limoneno, linalol, lipídios, metil-anthranilato, naringina, nobeletina, nerol, pectinas, pineno, proteínas, roifolina, rutinose, sais (potássio, cálcio, sódio, fósforo, magnésio, enxofre, cloro, ferro, silício), saponina, sinefrina, substâncias amargas, tangeritina e as aminas: synefrina, N-metiltyramina, hordenina, octopamina e tyramina, vitamina A (retinol), vitamina B (tiamina), vitamina B2 (riboflavina), niacina.
500mg, 2x/dia. OBS.: O extrato é padronizado para conter 6,0% de sinefrina.
Reações adversas
Não há relatos de reações adversas.
Precauções
Tomar com orientação médica, mas é importante lembrar que não apresenta os efeitos colaterais perigosos causados por outros suplementos. É contra indicado para gestantes e lactantes.
Modo de usar
- na forma de sucos, geléias, compotas, tortas, pastéis, doces cristalizados, molhos, decoração, aromatização de pratos;
- óleo: fabricação de cremes (para rugas e rejuvenescimento da pele), banhos aromáticos e massagens (acalmar e relaxar a musculatura), fabricação de colônias, perfumes, xampus e condicionadores para cabelos secos.
- dietas com baixa quantidade de carboidratos;
- óleo essencial, feito do fruto e folhas: estimulante mental e emocional, regulador de apetite, laxante e calmante;
Quanto mais saturada a gordura, menos provável é ir ranço quando utilizada na culinária . rancidez significa que a gordura é quebrada quimicamente devido à oxidação e à ingestão destas gorduras, é a razão pela qual vemos o aumento das taxas de doenças cardíacas e aterosclerose. Para evitar comer gorduras rançosas, você deve cozinhar com óleos mais elevados em gordura saturada.
O gráfico na parte inferior mostra o percentual de gorduras saturadas, monoinsaturadas, poliinsaturadas e em vários óleos, o que deve ajudar a tornar a escolha de um bom óleo de cozinha mais fácil. Por exemplo, o óleo de coco seria uma boa escolha para cozinhar, que é 91% de gordura saturada, enquanto que o óleo de cártamo não deve ser usada porque é 75% poli-insaturados.
Não deixe que os óleos atinjam seu ponto de fumaça durante o cozimento . O ponto de fumaça é o lugar onde o óleo atinge a temperatura na qual ele começa a quebrar rapidamente. O óleo pode se transformar em cor mais escura, mais grossa, ou mesmo começar a feder. Obviamente um ponto de fumo maior é melhor para fins de cozinha, mas ao invés de romper o termômetro fiel, é só usar um óleo mais estável para cozinhar.
Utilidade para cobertura
Quando eu digo uma cobertura, eu quero dizer para adicionar uma sacudida, regue em cima de uma salada ou uma refeição.
Você não deve cozinhar com óleos altamente poliinsaturados devido ao seu estado frágil e propensão para a oxidação.
Esta é também uma ótima maneira de adicionar gorduras monoinsaturadas.
Relação-proporção
Avaliando o ômega 6 e ômega 3. Autoridades de nutrição de ponta agora aconselham proporção de 3: 1 de ômega 6 e ômega 3, uma abordagem radicalmente diferente da proporção 20: 1 encontrados na dieta típica ocidental. Para chegar a essa proporção ideal, óleos demasiados pesados em ômega 6 devem ser evitados, pois promovem um ambiente inflamatório.
Top 6 Óleos
Assim, sem mais delongas, aqui está o meu top 6 óleos
Óleo de palma vermelho.Muitos especialistas não indicam ele. Porem o óleo tem uma cor laranja-avermelhada muito singular devido ao fato de ser carregado com carotenóides incluindo alfa-caroteno. Para colocar isso em perspectiva, o óleo de palma tem 300 vezes mais carotenóides que o tomate! Curiosamente, embora os níveis de vitamina A possam ficar muito altos (o que é raro), isso não é verdade para os seus precursores, os carotenos.
Ele não para por aí. A Vitamina E em óleo de palma vermelho contém todos os tocoferóis e tocotrienóis. Tocotrienóis são antioxidantes muito poderosos, possivelmente, até mesmo parando a oxidação do LDL. Você pode até mesmo cozinhar com este óleo, porque ele é muito estável ao calor. Eu gosto de acrescentar uma colher de sopa ou duas para os meus ovos na parte da manhã.
Óleo de coco. Outro óleo muito mal compreendido. Os primeiros estudos concluíram aumento nos níveis de triglicerídeos, mas não mencionou que os estudos utilizavam óleos hidrogenados ou versões refinadas.
Óleo de coco não refinado é quase todo gordura saturada, e uma grande quantidade de gordura é triglicerídeos de cadeia média, que são enviados para o fígado e convertidos em energia rápida. Curiosamente, os agricultores na década de 1940 usavam óleo de coco , pensando que toda a gordura saturada ajudaria suas vacas engordarem rapidamente. Não funcionou. As vacas ganhavam muita massa magra, e ficavam "mais rasgadas", poderiam até competir na categoria peso pesado no Mr. Olympia daquele ano. Então, a idéia foi considerada um fracasso.
O que eu gosto mais sobre o óleo de coco é o seu teor de ácido láurico. Esta gordura, normalmente só é encontrado no leite materno, é um poderoso fortalecedor do sistema imunológico e é parte da razão pela qual a amamentação é tão saudável para crianças. Há um enorme conjunto de evidências mostrando que o ácido láurico pode ser uma boa substância antiviral grande, antifúngica e antibacteriana .
Óleo de macadâmia. Este óleo é uma potência. Tem ainda mais gordura monoinsaturada que azeite (85%), com uma grande parte de ácido oléico. Isto é importante porque o ácido gordo particularmente ajuda a incorporar ácidos gordos omega 3 em membranas celulares. Especialistas Mary Enig e Fred Pascatore documentaram como essas gorduras diminuem a necessidade de EFA. Por último, também é um óleo muito estável para cozinhar e pode resistir a temperaturas de até 410 graus.
Azeite extra virgem. Queridinho da América, e com razão. Há uma montanha de evidências mostrando que EVOO levanta colesterol "bom" ou HDL, devido às suas altas quantidades de ácido oléico. Este é o meu óleo preferido para saladas, mas não se resuma apenas bebê-lo ou colocá-lo em seus shakes. Você pode cozinhar com ele em fogo baixo.
Óleo de semente de cânhamo. Este óleo na verdade tem o equilíbrio ideal de ômega 6 a 3 (57% de ômega 6 e 19% de ômega 3) e ainda tem GLA nele. Não cozinhe com ele, mas sinta-se livre para atirá-lo em shakes ou em saladas.
O óleo de noz. Este óleo é muito bom para cobertura da salada. É composto por 59% de ômega 6, 16% de ômega 3, por isso não está muito longe da proporção ideal. Infelizmente, ele tem um ponto de fumo realmente baixo, de modo que é melhor usá-lo em saladas.
Menção Honrosa
O óleo de abacate. Este óleo tem um ponto de fumaça(ebulição) extremamente alto de 520 graus, e é carregado de ácidos gordos mono-insaturados (70%). No entanto, o sabor é um pouco estranho, mesmo para aqueles que têm fetiches por abacate.
Os óleos abaixo não foram autorizados a participar devido à sua desproporção entre Omega 3 e 6. Esses óleos não devem ser consumidos.
Nota: Os pontos de ebulição podem variar com base na origem.
Conclusão
Todos nós temos nossos alimentos favoritos, mas não tenha medo de fazer algumas trocas saudáveis a partir desta lista. Um pouco de variedade de ácidos graxos irá fornecer-lhe um espectro mais amplo de nutrientes, por isso não fique preso em usar apenas um óleo.
Espero que tenham gostado disso, e talvez até tenham aprendido alguma coisa!